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Universo AICEPVodacom lança serviço de crédito designado “Txova” e celebra com a Airtel Africa Acordo Estratégico de Partilha de Infra-Estruturas em Moçambique, Tanzânia e RD Congo

Vodacom lança serviço de crédito designado “Txova” e celebra com a Airtel Africa Acordo Estratégico de Partilha de Infra-Estruturas em Moçambique, Tanzânia e RD Congo

A Vodacom Moçambique lançou mais um serviço de crédito, designado “Txova”, que permite aos clientes concluir transacções mesmo quando não têm saldo suficiente.

O anúncio foi feito na 60.ª edição da Feira Internacional de Maputo – FACIM 2025, que decorreu no Centro Internacional Feiras e Exposições de Ricatla, localizado no distrito de Marracuene, província de Maputo.

Segundo o diretor-executivo dos serviços financeiros da Vodacom M-Pesa, Zenaidine Gafar, esta é mais uma aposta para garantir comodidade aos utilizadores, pois sempre que faltar dinheiro para uma operação, o sistema cobre automaticamente a diferença até ao limite pré-aprovado.

“O valor usado, acrescido de uma taxa diária, é descontado logo que o cliente receber dinheiro na conta M-Pesa. O serviço pode ser accionado para valores a partir de 1 metical e não precisa de solicitação prévia”, explicou o responsável.

Para o administrador-delegado do M-Pesa, Sérgio Gomes, “o serviço “Txova” surge como solução para aquelas situações em que faltam 20, 50 ou 100 meticais, seja para comprar pão, gasolina ou gás”. São valores pequenos, “mas que fazem toda a diferença numa noite, num fim-de-semana ou num dia específico”, assinalou.

Para assegurar a sustentabilidade financeira do serviço, a Vodacom conta com a parceria do banco FNB, responsável por garantir os fundos de suporte, bem como com uma empresa tecnológica que dará assistência e cobertura operacional.

MZ News

 

A Airtel Africa e o Vodacom Group anunciaram a celebração de um acordo estratégico para partilha de infra-estruturas em mercados-chave, incluindo Moçambique, Tanzânia e República Democrática do Congo (RD Congo), iniciativa ainda sujeita a aprovações regulatórias em cada país.

De acordo com um comunicado do Vodacom Group, o entendimento prevê a partilha de redes de fibra óptica e torres de telecomunicações, com o objectivo de acelerar a expansão dos serviços digitais, aumentar a conectividade e reduzir custos operacionais para os operadores, ao mesmo tempo que melhora a velocidade de implementação das redes. A medida deverá beneficiar sobretudo as comunidades em zonas remotas, ajudando a reduzir a exclusão digital no continente.

Segundo as duas operadoras, a cooperação permitirá oferecer ligações mais rápidas, estáveis e de maior qualidade, contribuindo para uma experiência melhorada para o cliente e para o acesso mais amplo a serviços digitais e financeiros.

Para o presidente executivo do Vodacom Group, Shameel Joosub, a parceria representa “um passo proactivo” para criar “um futuro digital sustentável e inclusivo” em África. “Através da partilha de infra-estruturas, podemos disponibilizar serviços mais acessíveis a mais pessoas, de forma mais rápida, assegurando que ninguém fica para trás na era digital”, afirmou, sublinhando a meta de conectar 260 milhões de clientes até 2030.

Por sua vez, o presidente executivo da Airtel Africa, Sunil Taldar, realçou que a colaboração responde à necessidade de garantir cobertura, até nas localidades mais remotas. “Mesmo sendo concorrentes, tornou-se um imperativo empresarial cooperarmos na provisão de infra-estruturas críticas para construir redes resilientes, capazes de suportar novas tecnologias e o crescente consumo de dados”, declarou.

A aposta na expansão da fibra óptica é vista pelas empresas como fundamental para acelerar a implementação das redes 4G e 5G no continente, permitindo ligações de alta velocidade, baixa latência e fiabilidade acrescida para suportar aplicações digitais modernas.

A Airtel Africa opera em 14 países da África Subsariana e presta serviços de telecomunicações e dinheiro móvel a cerca de 170 milhões de clientes. Já o Vodacom Group, com presença em oito países africanos, serve mais de 211 milhões de clientes, incluindo os da Safaricom, e integra o grupo Vodafone, um dos maiores operadores de comunicações do mundo.

Diario Economico

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